O Colégio São Mauro é pioneiro
na aplicação do Método Fônico de Alfabetização,
o mais indicado atualmente pelos grandes centros de pesquisa e pelos
Ministérios da Educação da Inglaterra e dos Estados
Unidos.
O conceituado especialista Prof. Dr. Fernando César Capovilla,
do Laboratório de Neuropsicolongüística Cognitiva
do Departamento de Psicologia Experimental do Instituto de Psicologia
da Universidade São Paulo – USP, afirma em seu livro
Problemas de Leitura e Escrita (2000):
“ Alegria et al. (1997) enfatizam que a tomada de consciência
de que a fala possui um estrutura fonêmica subjacente é
essencial para a aquisição da leitura, pois esta estrutura
permite utilizar um sistema gerativo que converte a ortografia em
fonologia, o que possibilita à criança ler qualquer
palavra nova (apesar de cometer erros em palavras irregulares). Tal
geratividade, característica das ortografias alfabéticas,
permite a auto aprendizagem pelo leitor, pois, ao se deparar com uma
palavra nova, ele a lerá por decodificação fonológica.
Este processo aos poucos contribuirá para criar uma representação
ortográfica daquela palavra, que poderá, então
ser lida pela rota lexical (Share, 1995).
“ Tal geratividade possibilitada pela decodificação
fonológica na leitura inicial é estimulada pelos métodos
fônicos de alfabetização, em oposição
aso métodos globais . Segundo Morais (1995), Hempenstall (1997)
e Lemann (1997), dentre outros, os trabalhos de pesquisa mais rigorosos
são unânimes em demonstrar que os métodos de ensino
que enfatizam a instrução direta e explícita
do código alfabético são os que apresentam os
melhores resultados. Essa superioridade dos métodos fônicos
é ainda mais evidente no caso de crianças de classes
sociais desfavorecidas (Stahl & Kuhn, 1995; Vellutino, 1991; Yates,
1988), que não dispõem de uma estrutura familiar que
incentive a leitura e a escrita e forneça as condições
básicas para que elas ocorram (e.g., leitura de estórias
para as crianças e contato com texto escrito).
[...]
“(...) as crianças (...) que aprenderam a ler por meio
de decodificação fonológica, depois de se tronarem
mais e mais proficientes em tal mecanismo gerativo, lêem a velocidades
progressivamente maiores, acumulam maiores vocabulários e,
assim, alcançam níveis de compreensão de leitura
cada vez mais elevados.”
No Colégio São Mauro o treino da consciência
fonológica se inicia já a partir do nível Sigma
2.